quarta-feira, 28 de maio de 2008

Comida cara: e daí?


Em matéria publicada na última edição da revista Veja, sobre a preocupação atual do mundo com o aumento recente dos alimentos, são colocados dados alarmantes que indicam um futuro - ainda mais - preocupante.

A matéria informa que se Índia e China aumentarem o consumo de frango em apenas 10%, por exemplo, explodirá o mercado de milho, já que este é o principal alimento dado a essa ave. E esses 10% não são, nem de longe, uma mera possibilidade remota, mas sim um aumento esperado, já que, naqueles dois países, a cada dia aumenta o poder aquisitivo da população, que com mais dinheiro vai querer botar frango em seu prato.

Podemos imaginar que esse cenário fará com que o preço do milho suba às alturas, já que a procura será enorme. O mesmo não vai ocorrer com a oferta, pelo menos não na mesma velocidade... ou seja: pipoca será coisa de milionário (sem trocadilhos com milho, por favor...).

O que se ouve disso tudo, dos mais diversos líderes e homens de negócio pelo mundo, é que isso é um absurdo, um ataque contra a própria humanidade, etc. Mas é exatamente isso que ocorreu e ocorre todos os dias com produtos industrializados oriundos de países do primeiro mundo. Os Estados Unidos, por exemplo, compram minério de ferro de diversos países subdesenvolvidos, transformam isso em computadores e estes sim, são os olhos da cara.

Computadores, hoje em dia, são tão importantes quanto comida para uma pessoa se desenvolver, poder trabalhar, ter acesso a conhecimento e todos os outros benefícios que conhecemos dessa tecnologia. O computador, aliás, se torna, a cada dia, mais vital em nosso cotidiano. Mas, tudo bem... computador pode ser caro...

Durante séculos os países desenvolvidos enriqueceram às custas de um pensamento econômico que, agora, preferem negar... justamente quando os países subdesenvolvidos têm seus produtos valorizados, justamente quando o jogo parece querer virar...

Nessa 'pelada' de países desenvolvidos X em desenvolvimento, o jogo nem parece estar empatado, mas quem está ganhando quer furar a bola. Custe o que custar.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

A Vila Cruzeiro que sonha

Documentário mostra visão de estrangeira sobre favela que ficou notória por causa da morte do jornalista Tim Lopes e da ocupação policial de quase dois meses

http://odia.terra.com.br/rio/htm/a_vila_cruzeiro_que_sonha_170148.asp

terça-feira, 20 de maio de 2008

Os cachorrinhos estão proibidos no Arpoador


Quem nunca dividiu aquele precioso metro quadrado de areia exposto ao sol, com um serelepe cachorrinho, que corre de um lado a outro para pegar a bolinha de frescobol para o dono? É uma cena clássica de um domingão na praia.
Aqui no Rio de Janeiro, o tribunal de justiça julgou ontem ser inconstitucional a Lei Municipal 4.276/2006 do vereador Cláudio Cavalcante, que permitia que cães passeassem nas areias da praia do Diabo, no Arpoador, desde que com coleiras, conduzidos por maiores de 18 anos e com a carteira de vacinação em dia. A lei foi considerada inconstitucional, porque a Câmara Municipal não tem atribuição para autorizar atos do prefeito, que se encontram determinados pela Constituição. Segundo a desembargadora Letícia Sardas, a lei criaria despesas desnecessárias para o Poder Executivo, ao precisar de fiscais permanentes no local para conferir os documentos do cão e do dono.
Sendo assim, nada de balanços caninos a caminho do mar no Arpoador.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Resíduo eletrônico: redução, reutilização, reciclagem e recuperação

http://mercadoetico.terra.com.br/noticias.view.php?id=2343

Por Simone Pallone, para a ComCiência

Projeções da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) apontam um crescimento de 18% na produção de telefones celulares em 2008, devendo atingir 78 milhões de unidades. Em 2007, foram produzidos 66 milhões de aparelhos. A popularização dos eletroeletrônicos e a rápida obsolescência dos modelos, cria o mito da necessidade de substituição, que se torna quase obrigatória para os aficionados em tecnologia e para algumas profissões específicas. No entanto, o descarte desenfreado desses produtos tem gerado problemas ambientais sérios, pelo volume, por esses produtos conterem materiais que demoram muito tempo para se decompor – a como o plástico, metal e vidro – e, principalmente, pelos metais pesados que os compõem, altamente prejudiciais à saúde humana. Além disso, faltam regras claras e locais apropriados para a deposição desses equipamentos que, em desuso, vão constituir o chamado lixo eletrônico ou e-lixo.

Ministério do Meio Ambiente centra esforços no Consumo Sustentável

http://mercadoetico.terra.com.br/noticias.view.php?id=2583

Por Redação Akatu

No início de 2008, consumo e produção sustentável receberam atenção especial do governo brasileiro. Duas ações anunciadas por setores diferentes, mas convergentes, do Ministério do Meio Ambiente (MMA) irão lidar diretamente com o tema e ajudar a promover a sustentabilidade no cotidiano do consumidor. São elas o anúncio oficial da criação do Comitê Gestor de Produção e Consumo Sustentável (CGPCS) e da nova Campanha de Consumo Consciente de Embalagens.

Consumo consciente: que escolhas temos?

http://www.plurale.com.br/DetalhaConteudo.asp?cod_not=1010&cod_caderno=2


Neuza Árbocz

Enquanto políticas públicas mais corretas em relação aos desafios ambientais ainda se estruturam, outras iniciativas tentam provocar transformação de atitudes em cada um de nós. O equilíbrio planetário só poderá ser alcançado com estes dois movimentos simultâneos. Assim, nesta semana, Idec e Vitae Civilis e Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançam campanhas pelo Consumo Consciente.

Semana Otimismo que Transforma

Gente a Coca-Cola Brasil, por meio do Instituto Coca-Cola Brasil, começou a Semana Otimismo que Transforma, ação onde, a cada produto vendido entre 18 e 24 de maio, 2,3 centavos serão revertidos a investimentos da entidade em projetos socioambientais. A estratégia é realizada pelo segundo ano consecutivo, sendo que em 2007 era intitulada “Cada gota vale a pena”. Apesar do valor – que será retirado da comercialização de todos os produtos do portfólio da empresa no País, incluindo as marcas Mais, Del Valle e Matte Leão – parecer mínimo, o mesmo montante deu origem, no ano passado, a cerca de R$ 4 milhões, empregados em projetos como o “Reciclou, ganhou”, que apóia cooperativas de reciclagem; e o Programa de Valorização do Jovem, que combate a evasão escolar.
As peças chamam a atenção para a ligação que o consumidor que participa da Semana Otimismo que Transforma tem com o auxílio às instituições ligadas às causas sociais e ambientais. “Acho que o Brasil precisava buscar um pouco deste otimismo perdido de uns anos para cá, e é isso que procuramos empregar nesta campanha”, enfatiza Sérgio Amado, presidente da Ogilvy & Mather Brasil, advertindo: “Uma empresa que não se preocupa hoje com a questão da sustentabilidade, com o meio ambiente e com o ser humano não deverá sobreviver por muito tempo”. Achei a sacada do otimismo bem legal,poque o brasileiro é um cara otimista e gosta de ser lembrado disso.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Chocante?



A campanha acima mostra bonecas infláveis para mostrar que é assim que mais de 140 milhões de mulheres são tratadas no mundo. São as vítimas de mutilação genital. A maioria sofre a violência ainda criança para que não sinta, na idade adulta, prazer com as relações sexuais. As peças, veiculadas em março, foram criadas pela agência Contrapunto BBDO de Barcelona para a Asociación de Mujeres Antimutilación (AMAM). Com informações do Ads of The World.

A vida pode mudar em um click




Um click pode mudar a sua vida. A mensagem da campanha do Conselho de Segurança de Trânsito do governo australiano é uma referência ao som que se faz ao fechar o cinto de segurança. As peças foram criadas pela agência Marketforce

Comunicação de ações sociais deve focar impacto comunitário


O site mobilizadores COEP, uma rede de incentivo à prática social, realizou uma entrevista com Luis Henrique Nascimento, diretor de criação e sócio fundador da Metara, que está disponível a partir de hoje no site da instituição. Na conversa Luis versa sobre ações de comunicação para ações sociais e explica como as estratégias de comunicação podem ser usadas nos processos de desenvolvimento sustentáveis.

Criada, em 2003, pelo COEP - Comitê de Entidades no Combate à Fome e pela Vida, a Rede Mobilizadores COEP reúne pessoas, do Brasil e do exterior, que atuam ou desejam atuar na área social. Os participantes da Rede interagem e aprimoram conhecimentos e práticas na área social por meio do site http://www.mobilizadores.org.br/coep/publico/consultarConteudo.aspx?TP=A&CODIGO=C2008510171312828

Visite o site, leia a entrevista e saiba mais sobre a metodologia de trabalho e os serviços oferecidos pela Metara.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Um museu verde virtual traz obras de artistas sobre arte ambiental


Em 2001, um grupo de artistas criou uma maneira nova de divulgar a environmental art, ou arte ambiental. Em vez de se localizarem em um endereço de uma cidade, as exposições do greenmuseum.org hospedam-se em um site da internet. Gratuito e aberto 24 horas por dia, o museu virtual abriga perfis e fotos de trabalhos de mais de 100 artistas do mundo inteiro, além de promover discussões online e dar informações sobre eventos ligados à arte e à ecologia. No fim da década de 1960, o conceito de arte ambiental começou a ser usado para denominar trabalhos ligados de alguma forma ao meio ambiente.
Dá uma olhadinha- http://greenmuseum.org

Casamento também pode ser sustentável


Como todos sabem, nada como uma boa festa de casamento para mim. A revista Manequim noivas realizou uma matéria apontando uma tendência: festa de casamento pode ser luxuosa e ecologicamente correta. É o que eles chamaram de "Casamento sustentável". Segundo a reportagem, as idéias foram apresentadas na mostra Tendências Renaissance Celebration dedicada ao tema, no hotel em São Paulo. Algumas coisas são bem interessantes convites em papel reciclado, lembrancinhas com mensagens ecológicas, vestidos para daminhas confeccionados com jeans reaproveitado, essas são algumas dicas:


ONG FLORESCER
Resíduos de jeans se transformam em porta-alianças e vestidos para daminhas. Esse é o trabalho da ONG Florescer que confecciona mais de dez produtos com restos do tecido. As peças são feitas por moradores da favela Paraisópolis, em São Paulo. Com o dinheiro arrecadado, são oferecidos cursos para 850 crianças da favela.

KITS AND CARDS
Minissacolinhas feitas com papel reciclado para embalar lembrancinhas do casamento. Ela é estampada com palavras que expressam os princípios da sustentabilidade e também do casamento feliz. São elas: respeito, responsabilidade, amor, união, fidelidade e paz. Os fabricantes oferecem uma linha baseada no conceito, com convites, cartões de agradecimento etc.

PEPPERMINT
Trufas no palito para sofisticar a mesa dos doces. São feitas com aproveitamento máximo dos
ingredientes para atingir desperdício zero da matéria-prima. Tudo o que sobra é reaproveitado em outros produtos de maneira segura e saudável. Por exemplo, pedaços do pão-de-mel viram trufas e as cascas de laranja objetos de decoração.

CONCEIÇÃO BEM-CASADOS
A tradicional embalagem, com papel crepom e fita de cetim, ganhou versão orgânica, feita de ananás (folhagem do abacaxi) com bagaços de cana-de-açúcar. Apesar de ser cerca de 60%
mais cara, a procura pelo exemplar ecologicamente correto triplicou no último ano. A curiosidade pelo produto é grande e a aceitação maior do que a empresa imaginava.

FLÁVIA GALLI
Criando vestidos de noivas há 13 anos, a estilista aposta na renda renascença, valorizando o artesanato brasileiro no mercado de luxo. Em apoio ao Programa Paraíba em Suas Mãos, com sede em João Pessoa, ela encomenda o trabalho das rendeiras dessa comunidade. O vestido da foto é um exemplo do estilo sofisticado de Flávia Galli.

CARDÁPIO ORGÂNICO
O departamento de Alimentos e Bebidas do Hotel Renaissance desenvolve cardápios para
casamentos com pratos e bebidas feitos com ingredientes sem agrotóxicos ou adubo químico, como a caipiriniha orgânica e bruschetta de tofu e abobrinha orgânica. Na foto, Quesadilla de Shiitake orgânico, feita com Tortilla Mexicana.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Exposição Brasil-Japão em SP conta com vestido feito de sacos de lixo



Exposição
Quando vidas se tornam forma: um diálogo com o futuro – Brasil-Japão, no MAM-SP, de 11 de abril a 22 de junho de 2008

A Fundação Japão, juntamente com Museu de Arte Moderna de São Paulo, sob a curadoria de Yuko Hasegawa, do Museu de Arte Contemporânea de Tóquio, realizará uma exposição que propõe estabelecer um diálogo entre artistas brasileiros e japoneses.
Em meio às obras de arte há um módulo dedicado à moda onde os visitantes poderão ver o Luxdelix, vestido confeccionado com sacos de lixo, obra do estilista Jum Nakao.
O vestido brinca com o antagonismo luxo X lixo levantando a discussão da indústria da moda se voltar por completo às questões socio-ambientais.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Você já ouviu falar em ecoeconomia?

O economista-chefe e estrategista de investimentos do ABN AMRO Asset Management, área que administra fundos de investimentos do Banco, Hugo Penteado é um economista com extenso conhecimento em ecologia e meio ambiente. Em seu livro Ecoeconomia, uma nova abordagem, publicado em 2003, ele comenta as teorias econômicas que excluem as variáveis sociais e ambientais e mostra que o sistema econômico está diretamente ligado à natureza. Crítico da economia do descarte, Hugo combate o conceito de que crescimento econômico traz desenvolvimento sustentável e bem-estar social.

Para saber mais sobre o assunto:

Entrevista de Hugo Penteado para Instituto Ethos
Entrevista de Hugo Penteado para Gazeta Mercantil

Cidadãos estão mais focados em consumo consciente

Por Sabrina Domingos, do CarbonoBrasil

Os consumidores estão cada vez mais conscientes e exigentes em relação a ações ambientalmente responsáveis. Uma pesquisa do Instituto de Marketing Natural, dos Estados Unidos, divulgada esta semana, mostra que a população em geral tem adotado atitudes “verdes” com mais freqüência.

http://mercadoetico.terra.com.br/noticias.view.php?id=2532

A Empresa Cidadã Se Comunica Melhor

Rivaldo Chinem
Jornalista

Quem não prestou atenção ao selinho "Empresa Cidadã", ou "Empresa Amiga da Criança" ? Isso que dizer muita coisa? Que dizer sim. Mostra no papel um compromisso firmado para o bem-estar da sociedade.

http://www.megabrasil.com.br/megaportal/biblioteca_rivaldochinem.htm.

Consumo consciente: que escolhas temos?

Neuza Árbocz
Enquanto políticas públicas mais corretas em relação aos desafios ambientais ainda se estruturam, outras iniciativas tentam provocar transformação de atitudes em cada um de nós. O equilíbrio planetário só poderá ser alcançado com estes dois movimentos simultâneos. Assim, nesta semana, Idec e Vitae Civilis e Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançam campanhas pelo Consumo Consciente.

http://www.plurale.com.br/DetalhaConteudo.asp?cod_not=1010&cod_caderno=2

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Moda e reciclagem andando juntos

A publicitária mineira Cristiana Guerra faz sucesso na internet com o blog Hoje vou assim onde ela fotografa todo dia com que roupa foi trabalhar.
Nesse look ela aparece com a bolsa da Trama Atelier, feita com sacolinhas de supermercado, que pra quem não sabe são altamente poluentes pois demoram milhares de anos para se decompor no meio ambiente.
A Trama Atelier fica em Belo Horizonte/MG e pertence às artesãs Célia Ferreira e Mariane Sampaio. Um dia Célia resolveu procurar uma forma de aproveitar as sacolas de supermercado que iam para o lixo. Pouco tempo depois nascia a linha "recicle" de suas bolsas.
Além de acharmos uma gracinha as bolsas, apoiamos totalmente a idéia, que combina consciência e criatividade.

Certificação socioambiental uma exigência legal


Muitas empresas estão analisando sua performace de negócios baseadas no sistema do Triple Botton Line, uma referência para os três P’s de: pessoas, planeta e proveitos. Fundamentadas nessa idéia, os selos verdes caminham para se tornar uma exigência de mercado, declarando ao consumidor que a empresa busca minimizar os danos resultantes das suas atividades ao meio ambiente e a sociedade.
Um exemplo de certificação negativa é o selo trangênico, que identifica os produtos que contém componentes transgênicos (também conhecidos como OGMs – organismos geneticamente modificados), regulamentado em 2004, após a denúncia do Greenpeace . O fato é que a pressão dos consumidores, de ONGs e das próprias empresas está mudando o modo como os grandes grupos estão conduzindo seus negócios e todo mundo ganha com isso. Os selos socioambientais, politicamente corretos, atestam que produtos foram produzidos respeitando direitos trabalhistas e com cuidados ambientais. Conheça alguns deles:

SELOS ECOLOGICAMENTE CORRETOS

FSC
Conselho de Manejo Florestal

O que é
Selo usado em produtos florestais (papel, madeira, castanhas) atesta que os produtos vêm de áreas de florestas plantadas ou de mata nativa com manejo controlado

Quem se certifica
Empresas do ramo florestal e outros elos da cadeia de negócios, como papeleiras, gráficas e fabricantes de cosméticos


COMÉRCIO JUSTO
(Fairtrade)

O que é
Selo que atesta que o produto em questão, geralmente de origem agropecuária, garantiu uma remuneração adequada aos seus produtores

Quem se certifica
Empresas de produtos de consumo, como café, açúcar, suco de laranja, e também de vestuário

RAINFOREST ALLIANCE CERTIFIED

O que é
Selo que atesta a produção ecologicamente correta, com menor impacto à biodiversidade, e com respeito às leis trabalhistas

Quem se certifica
Propriedades agrícolas

IBD (Produtos orgânicos)

O que é
Certificação orgânica, para produtos agropecuários. Garante o cultivo sem uso de agroquímicos

Quem se certifica
Produtos alimentícios, cosméticos


Fonte: O Estado de S. Paulo (23/4/2008)

quinta-feira, 17 de abril de 2008