quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Idéias brilhantes

Na base da escada, o rosto do modelo. Em cada um dos degraus um penteado. Foi a maneira que âgencia Rediffusion DY&R encontrou para anunciar os serviços do salão de beleza Juice Salon, em Bombaim, na Índia.
http://www.youtube.com/watch?v=2-352ALdZkA

Ecodesigner? Produtos e embalagens ambientalmente mais corretos estão na ordem do dia.


Um dos desafios do design para o futuro, está relacionado ao consumo. "As empresas agem como se os recursos naturais fossem ilimitados: colocam coisas no mercado todos os dias e os consumidores vão atrás das novidades", diz o designer carioca Fred Gelli personagem dessa matéria. "O design ajudará a rever essa relação com o consumo. Precisaremos criar, com poucos recursos, produtos que sejam tão interessantes que despertem nas pessoas o desejo de ficar com eles por mais tempo."

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http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG81530-8377-12,00.html

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Aquecimento solar vira lei no Rio de Janeiro

Freiburg, Eindhoven, Roma, Oxford, Adelaide, Portland, São Paulo e agora o Rio de Janeiro são algumas cidades do mundo que incentivam o uso de energia solar através de políticas públicas. O estado do Rio de Janeiro aprovou na última semana uma lei estadual que obriga prédios públicos a utilizar esta fonte para o aquecimento de 40% da água consumida.

O texto, publicado no Diário Oficial no dia 3 de janeiro, inclui ainda que todo edital de licitação para obras de construção ou reforma de prédio público deverá alertar sobre a obrigatoriedade da instalação do sistema de aquecimento. Edificações que apresentarem alguma inviabilidade técnica para a adaptação ficarão isentas do cumprimento da lei 5.184/08, de autoria do deputado estadual Rodrigo Dantas (DEM).

veja mais em
http://mercadoetico.terra.com.br/noticias.view.php?id=2132

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Nova categoria do Top of Mind as mais verdes de 2007 - Ypê, Ibama, Natura e Greenpeace


Nova categoria do Folha Top of Mind estréia com empate. O programa Florestas do Futuro, que a Ypê lançou neste ano em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, rendeu à marca de produtos de limpeza e higiene um lugar entre os líderes do novo prêmio Preservação do Meio Ambiente. Além da Ypê, foram vencedores do prêmio: Natura, Ibama e Greenpeace; 63% dos entrevistados não souberam citar nenhuma marca relacionada ao tema.


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http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2007/topofmind/tm2910200703.shtml

MUDE O CLIMA -Greenpeace mobiliza celebridades, artistas multimídia e cidadãos comuns na luta contra o aquecimento global


Para tornar o debate sobre o aquecimento global e o futuro do planeta mais acessíveis à população, o Greenpeace lançou nesta quarta-feira, no Rio de Janeiro, o projeto Mude o Clima!, com um evento no Teatro Odisséia, no tradicional bairro da Lapa. A idéia central da campanha é envolver celebridades, artistas e cidadãos em geral na luta contra o aquecimento global e seus efeitos negativos no planeta.

"O alarme sobre o aquecimento global já soou nos gabinetes governamentais e laboratórios científicos. O desafio agora é conscientizar as pessoas", afirma Rebeca Lerer, coordenadora da campanha de clima e energia do Greenpeace Brasil. O projeto Mude o Clima! estréia com uma página na internet. Ela traz um roteiro com dicas para que as pessoas possam lutar contra as mudanças climáticas em casa, na escola e no trabalho, e conta com podcasts, um blog e ferramentas interativas, como uma experiência virtual em que você pode sentir os efeitos do aquecimento global.O objetivo é mostrar que todo mundo pode agir. "Não adianta só assistir as notícias trágicas na TV e continuar como se nada estivesse acontecendo. Ao economizar luz e água, usar transporte de forma mais eficiente e combater o desmatamento da Amazônia, todo mundo poder dar sua contribuição para deter o aquecimento global."

Veja mais em:
http://www.greenpeace.org/brasil/greenpeace-brasil-clima/noticias/greenpeace-mobiliza-celebridad

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Neutralize suas emissões de CO2

A The Green Initiative é uma ONG brasileira cujo trabalho vem chamado a atenção de órgãos internacionais e empresas locais, interessadas em neutralizar suas emissões de carbono, calcula em seu site a emissão de CO2 do internauta interessado. Em seguida basta imprimir o boleto e pagar via Internet. Segundo a ONG, sai bem mais barato do que você imagina e os benefícios são para toda a vida. Eles se encarregarão do plantio das árvores, e você poderá acompanhar de perto.

Outra opção é seguir as dicas abaixo:

Transporte:

Se você dirige 20.000 Km por ano reduza sua rodagem em 10%. Para tal você pode utilizar transporte público, bicicleta, andar, trabalhar em casa um dia da semana, etc.
Mantenha a manutenção do seu veículo. Um motor mal cuidado pode consumir 50% a mais de combustível e produzir 50% mais CO2.
Calibre o pneu do seu carro ao menos uma vez por mês.
Prefira veículos movidos a álcool ou bicombustíveis. O álcool, ao contrário da gasolina, diesel ou gás, é uma fonte de energia renovável. A mesma quantidade de CO2 emitido da queima do álcool nos motores é fixada nas plantações de cana de açúcar.

Em Casa:

Use ventiladores como sua primeira linha de defesa contra o calor ao invés do condicionador de ar.
Se tiver mais de uma geladeira ou freezer ligados, desligue-os a menos que este seja indispensável. Esta dica torna-se ainda mais importante se estes forem modelos antigos e menos eficientes.
Utilize lâmpadas mais eficientes. Prefira as lâmpadas fluorescentes no lugar das incandescentes. Trocando as 5 lâmpadas mais utilizadas em sua casa, você reduzirá sensivelmente sua conta de luz e conseqüentemente suas emissões de GEE.
Desligue luzes e equipamentos quando não estiverem sendo utilizados. Evite deixar computadores ligados 24 horas por dia e configure-os para que desliguem seus monitores quando estão em espera.
Utilize o mínimo necessário de papel. Utilizando e-mail com mais freqüência – é mais rápido, eficiente, barato e mais saudável para o meio-ambiente. Use papel reciclado sempre que possível e separe papéis e papelão ao dispensá-los, facilitando, assim, a reciclagem destes.
Evite deixar água corrente ao barbear-se, escovando os dentes ou lavando louças. Muito importante: nunca utilize água corrente para lavar calçadas, quintais, carros. Encha um balde com água, evitando assim que grande quantidade de água vá para o ralo, assim como seu dinheiro.
Separe todo o material reciclável: Todo o material que é reciclado representa uma diminuição das emissões de GEE e também contribui com os catadores de recicláveis.
Plante árvores: além de ajudar a absorver o CO2 da atmosfera, elas proporcionam sombreamento, amenizando a temperatura dentro das residências e reduzindo desta forma o uso de condicionadores de ar ou ventiladores.

Água: lavando louça e economizando, lavando roupa e reaproveitando

Você pode colaborar com uma simples atitude para a sustentabilidade do planeta, evitando o desperdício de água. Para economizá-la lavando a louça, primeiro ensaboe toda a louça, deixando tudo fora pia. Quando a pia estiver vazia, limpe ela com a esponja e detergente e coloque toda a louça ensaboada dentro dela. Agora é só fazer o enxague deixando a água cair dentro da louça que está na pia, enxaguando tudo o que está lá dentro aos poucos. Dessa forma você aproveita mais ainda a água.

Mas você também pode reaproveitar os litros que já foram usados do último enxague da máquina de lavar.

É só deixar um balde no tanque e recolher a água que saí na hora do enxague. Dá para aproveitar na limpeza da casa(para passar pano e tal) e também para limpar os banheiros.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Fundo Global para Tuberculose e Metara firmam parceria na luta contra a tuberculose no Brasil

Considerada por muitos como uma doença do passado, a tuberculose é reconhecida como uma emergência global desde 1993 pela Organização Mundial de Saúde, atingindo particularmente países considerados “atrasados”, e “em desenvolvimento”. É uma doença com algumas características bem definidas: atinge principalmente a população mais pobre e, se tratada, tem cura.

No Brasil e no mundo, a violência expressa nos índices de mortalidade pela doença supera os dados atribuídos à “violência” contemporânea (homicídios, guerras atuais, etc.). Cerca de 1,9 milhões de pessoas morrem ao ano por tuberculose no mundo. Destas, cerca de 98% nos países dominados e 350.000 em associação a HIV/Aids. Os números podem ser maiores, devido à ainda insuficiente notificação no Brasil e no mundo.

No Brasil, o estado campeão é o Rio de Janeiro, com uma alarmante taxa de incidência de 89,32 contra uma média nacional de 47,2 por 100.000 habitantes. E, na cidade do Rio de Janeiro, são as comunidades, como Rocinha, Maré as áreas que apresentam maiores índices, conjugando pobreza, acesso inadequado aos serviços de saúde, além de baixa adesão ao tratamento e epidemia HIV/Aids.

A Metara Comunicação desde dezembro de 2007, responde pela assessoria de comunicação do Fundo no Brasil.

Novos usos para antigos materiais



Apresentar uma casa ecologicamente correta e ambientada para o consumidor do futuro. Esta é a proposta do projeto "Reciclasa - Novos usos para antigos materiais", desenvolvido pela área de Responsabilidade Social da IBM Brasil com curadoria da ONG Leia Brasil.

O Reciclasa é um projeto de educação ambiental composto por três partes. Uma exposição itinerante que passa por nove cidades do país, oficinas de educação ambiental para professores da rede pública e um site (www.reciclasa.com) com conteúdos para auxiliá-los a trabalhar o assunto na sala de aula. O objetivo é que eles se tornem multiplicadores do tema.

A missão do Reciclasa é levar os conceitos de Reciclagem, Reaproveitamento e Redução de Resíduos ao dia-a-dia das pessoas, apresentando-os como uma alternativa para o consumo consciente. A idéia é mostrar na prática como é possível transformar materiais a princípio descartáveis em belas peças decorativas e utilidades domésticas de qualidade.

Todos os ambientes da casa dispõem de mobílias e objetos de decoração e design produzidos com materiais reciclados oriundos do lixo industrial e urbano. Como exemplo temos móveis feitos a partir de pneus velhos e banners publicitários, estofados com lona de caminhão velho e embalagem de caixa de leite e resíduos de couro.

"O objetivo desse projeto é fazer com que entidades governamentais, formadores de opinião, bem como professores e alunos de escolas públicas revejam a definição atual de lixo. Afinal, absolutamente todos os resíduos produzidos nas residências podem ser reaproveitados ou reciclados" - afirma Sirlene Toledo, Executiva de programas de Responsabilidade Social da IBM Brasil.
Veja mais em http://www.reciclasa.com/

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Fórum DCA é um dos vencedores do Prêmio Direitos Humanos 2007

O Comitê de Julgamento da 13º edição do Prêmio dos Direitos Humanos 2007, promovido pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, divulgou na semana passada as pessoas e instituições vencedoras nas 10 categorias da premiação. E o Fórum Nacional DCA é um dos ganhadores, na categoria “Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente”. A cerimônia de entrega será no dia 11 deste, às 11h, no Palácio do Planalto, em Brasília, com a presença do vice-presidente, José Alencar, ministros, autoridades e entidades ligadas aos direitos humanos.

Os ganhadores - cujos trabalhos em defesa dos direitos humanos são merecedores de reconhecimento nacional - receberão um certificado e uma obra de arte criada pelo artista plástico Siron Franco.

Na próxima quinta-feira, dia 13 a 15 de dezembro, o Fórum DCA realiza sua XV Assembléia Ordinária, no Hotel Lakeside (SHTN – Trecho 01 – Lote 02 – Projeto Orla 03 – Brasília – DF). A pauta do encontro inclui prestação de contas das atividades do Secretariado Nacional no último biênio, planejamento de ações, lançamento de quatro publicações, cujas capas foram produzidas pela Metara Comunicação, e eleição do novo comando da instituição.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Metara homenageia atletas brasileiros vencedores dos Jogos Parapan-Americanos no dia das pessoas com deficiência



O dia internacional das pessoas com deficiência (3 de dezembro) é uma data comemorativa internacional promovida pelas Nações Unidas desde 1998. A Metara, que divulga e promove a data em seu calendário anual dos Direitos Humanos, este ano homenageou os atletas brasileiros vencedores no ranking geral de medalhas do Parapan-Americano do Rio.

A peça, veiculada na internet, remete ao aproveitamento máximo do potencial de cada um, alargando os limites de possibilidade. A idéia da Metara era fazer uma provocação sutil - "O anúncio, da forma como foi construído, dirige-se tanto a pessoas com alguma deficiência física, e que ficam prostradas com o problema, como aos que, sem qualquer deficiência, não aproveitam todo o seu potencial." - É o que afirma Marcelo Ficher, um dos criadores da peça.

ONU criou este dia com o objetivo de promover uma maior compreensão dos assuntos concernentes à deficiência e para mobilizar a defesa da dignidade, dos direitos e o bem estar das pessoas. Procura também aumentar a consciência dos benefícios trazidos pela integração das pessoas com deficiência em cada aspecto da vida política, social, econômica e cultural.

Metara prestigia lançamento da Revista Plurale


Luís Henrique, Diretor da Metara Comunicação, prestigia lançamento da revista Plurale, focada em ações de responsabilidade social, econômica e ambiental. A edição de dezembro traz anúncio de página inteira criado pelo Estúdio Metara para os 10 anos da ONG Promundo. Totalmente impressa em papel reciclado, a publicação concilia forma e conteúdo. Ao lado do Luís Henrique, na foto, o jornalista Marcelo Pinto, colaborador da revista e, acima de tudo, parceiro e torcedor da Metara Comunicação.

Recém-nascido 'homossexual' gera polêmica



Cartaz mostra bebê usando pulseira na qual se lê 'homossexual'.
Publicidade foi distribuída pelo governo da Toscana para 'combater preconceito'.


Um anúncio publicitário divulgado como parte de uma campanha contra a discriminação dos homossexuais que exibe um recém-nascido com uma pulseira de identificação com a palavra "homossexual" no lugar do nome suscitou uma grande polêmica na Itália.

veja mais em
http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL156595-7084,00-RECEMNASCIDO+HOMOSSEXUAL+GERA+POLEMICA+NA+ITALIA.html

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Esclarendo dúvidas sobre sustentabilidade

Afinal, o que é essa tal de sustentabilidade?

Por Ricardo Voltolini, da Revista Idéia Socioambiental

Seis entre dez mensagens que chegam à coluna fazem, de uma forma ou de outra, a pergunta-título deste artigo. São questões encaminhadas, em sua maioria, por leitores que trabalham em empresas nas quais o assunto passou a integrar a agenda corporativa, especialmente no último ano. Não apenas como elemento acessório do protocolo empresarial. Mas como um tema transversal, e portanto estratégico, a permear o debate de fatores tão diversos quanto relevantes para um sucesso de uma organização contemporânea, como transparência, governança, ética, diversidade, consumo consciente, integridade nas relações com as partes interessadas, compromissos sociais e ambientais. Duas são as dúvidas mais freqüentes.

A primeira diz respeito à relação – se é que ela existe – entre sustentabilidade e responsabilidade social empresarial. Surpresos, atônitos e um tanto confusos com a forma rápida e sem rodeios com que um termo engoliu o outro no cotidiano das corporações, alguns leitores acusam despreparo conceitual. Deles próprios. E também de seus superiores que, usando literalmente o emblemático trecho de uma das mensagens recebidas, “passaram a repetir a palavra como um bordão, um mantra, sem saber exatamente do que estão falando nem o que isso tem a ver com fazer negócios”. Em outra mensagem, o diretor de logística de uma empresa questiona: “Ficamos três anos discutindo, sem saber para onde ir, como implantar a responsabilidade socioambiental em nossa cadeia de negócios. E de uns tempos para cá, só se fala em sermos sustentáveis. Deu um curto circuito” A rigor, os dois termos se referem a estágios distintos de um mesmo movimento.

Longe de serem conflitantes –como parece para alguns leitores – ambos nasceram de uma mesma matriz conceitual, se complementam e se sucedem em uma bem-vinda escala evolutiva. Vista como novo modo de conduzir negócios que se define por metas empresariais compatíveis com o desenvolvimento sustentável da sociedade e pela relação ética e transparente com todos os públicos com os quais uma empresa se relaciona, a RSE sucedeu conceitualmente a cidadania corporativa, estágio no qual o compromisso social da empresa se resumia a fazer doações para comunidades.

A sustentabilidade representa, por sua vez, uma etapa mais avançada em relação à RSE. Enquanto a anterior se caracterizava por um conjunto de práticas socioambientais, muitas vezes dispersas e não intimamente vinculadas à estratégia central de negócio, a da sustentabilidade consiste na ruptura com um modelo velho e na criação de um modelo novo de pensar e fazer negócios, baseado na realização efetiva da noção do triple bottom line –isto é, na conjugação de resultados econômico-financeiros, sociais e ambientais, cada um deles com o mesmo peso de importância. Sobre conceitos, vale frisar o que disse, em sua mais recente visita ao Brasil, Gro Bruntland, ex-primeira ministra da Noruega e criadora do termo sustentabilidade: “O que vemos no debate a respeito do tema são nomes diferentes para um mesmo conceito essencial.”

A segunda dúvida mais comum está relacionada a como implantar, no cotidiano empresarial, o conceito de sustentabilidade. Não são poucos os leitores que reclamam ser uma idéia muito abstrata, um tanto apartada da lógica convencional do negócio. Tem também os que batem na tecla já conhecida do falso dilema “como ser competitivo e sustentável.” Há já provas incontestáveis no mercado brasileiro de que não só é possível como desejável obter sucesso empresarial acreditando em desenvolvimento sustentável. No entanto, a crítica sobre a falta de “aplicação prática” do conceito é compreensível. Primeiro, porque, na maioria das corporações, o discurso andou mais rápido e perdeu a prática de vista. Segundo, porque se mudar já é complexo para uma empresa, mudar modelos consagrados de negócio, rever valores historicamente exitosos e reinventar estratégias que sempre deram certo, produz desconforto e insegurança. Além disso, transformações desse porte geram custos, implicam reorganização de preceitos e requerem processos de adaptação de cultura organizacional que não ocorrem da noite para o dia e sem conflitos.

A mudança rumo a sustentabilidade exige determinação de propósitos, liderança firme, capacidade de enxergar oportunidades onde a maioria vê riscos e uma crença inabalável em novos princípios de atuação mais respeitosos para com as pessoas e o Planeta. Para uma derradeira reflexão do leitor, eis três boas respostas para a pergunta-título deste artigo: “É dar certo fazendo as coisas certas do jeito certo” (Fábio Barbosa, presidente do ABN Amro) “É o ponto de intersecção entre as estratégias de negócio da empresa e os interesses da sociedade e do Planeta” (Andrew Savitz, autor de “A Empresa Sustentável”) “É inovação” (Claude Ouimet, vice-presidente da Interface Flor, a número 1 em sustentabilidade nos EUA).

* Ricardo Voltolini é diretor de redação da revista Idéia Socioambiental e consultor de Idéia Sustentável

(Envolverde/Idéia Socioambiental)

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Programa H completa sete anos promovendo uma nova masculinidade

Brasil, Índia, México, Nicarágua e Tanzânia são alguns países onde a intervenção social foi implementada com sucesso.

http://www.promundo.org.br/23381

ONU diz que São Paulo concentra 1% dos homicídios no mundo

Um relatório do Centro das Nações Unidas para Assentamentos Humanos, ONU-Habitat, sugere que a cidade de São Paulo concentra 1% dos casos de homicídios em todo o mundo. O documento foi divulgado nesta segunda-feira para marcar o Dia Mundial do Habitat. Este ano, a data é comemorada sob o tema “Cidade Segura, Cidade Justa”.

http://mercadoetico.terra.com.br/noticias.view.php?id=1356

Gênero e prevenção de violência pautam trabalho do Promundo em quatro continentes

Atividades incluem consultoria técnica para outras ONGs, para governos e adaptação de programas sociais.

http://www.promundo.org.br/23390

Fator hidrelétrico

Por Murilo Alves Pereira, da Agência Fapesp
As hidrelétricas, por serem fontes de energia renovável, têm sido vistas no Brasil como uma alternativa para combater as emissões de gases do efeito estufa (GEE). Mas uma pesquisa que mediu e estipulou as emissões de quatro usinas hidrelétricas da Amazônia transformou-as em vilãs do aquecimento global. De acordo com os números, todas as quatro emitem mais GEE que termelétricas de mesma potência.

http://mercadoetico.terra.com.br/noticias.view.php?id=1415

Abordagem pioneira garante eficácia das intervenções sociais

Promundo enfatiza experiências positivas dos moradores das próprias comunidades
http://www.promundo.org.br/23387

Qual o seu papel?

Escrever, imprimir o texto, tirar cópia de um documento, anotar um recado. São diversas atividades feitas todos os dias, que envolvem a utilização de papel, seja ele ofício, branco, em tamanho A4, de rascunho ou reciclado. Foi exatamente pensando no destino que pode ser dado que a pesquisadora, designer e doutora em ecologia e meio ambiente, Líbia Patrícia Peralta desenvolveu o Projeto Papel Social, apoiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT).

http://mercadoetico.terra.com.br/noticias.view.php?id=1342